30 de mai de 2011

Luminária Fogueira

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Fotografia tem suas limitações, ainda mais a minha que é improvisada... Impossível mostrar como essa luminária fica um escândalo quando acesa. É por causa da base vermelha, que é uma embalagem plástica de sorvete.
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Eu abri cinco furos do tamanho certo no pote de sorvete e encaixei cinco garrafas de coca-cola grandes. Elas foram cortadas em tiras, seguindo os gomos da garrafa, e entortadas com o calor de uma vela, com muito cuidado e paciência. Assim ficam firmes e com um formato legal. Tem que chegar perto do fogo na medida certa, senão queima e fica preto...
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como fazer a luminária de rosas

Você vai precisar de: uma embalagem de desinfetante; 44 rosas de filtro de café , 2m de fio; um soquete como o da foto; um pino macho; um interruptor; dois parafusos pequenos com porca, para fixar o soquete; pistola de cola quente.

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Para a base, use uma embalagem de desinfetante branca (translúcida), redonda ou oval. Não servem as quadradas nem as que têm ranhuras na parte de baixo.
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Corte a embalagem de desinfetante acima da marca que separa a parte de baixo.
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Corte novamente bem junto à marca, com cuidado para dar um bom acabamento. É o acabamento que define um produto bem feito!
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Vire a peça de cabeça para baixo, coloque o soquete no meio e marque o lugar dos dois parafusos. Em seguida faça dois pequenos furos nos lugares marcados. Eu usei um estilete fino para fazer os furinhos. Um prego quente também serve.
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Faça também um furo a 1,5cm da base da luminária, de tamanho suficiente para passar o fio.
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Antes de passar o fio, ligue-o ao soquete e parafuse o soquete na base. Passe o fio para fora e instale o interruptor e o pino macho.
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Se você nunca mexeu com isso, peça ao balconista da loja de material elétrico para explicar como se faz. É muito fácil! Mulheres, coragem: não é preciso ter um cromossomo Y para conseguir.
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Coloque uma boa quantidade de cola quente a cerca de 1 cm do fio. Fixe a rosa imediatamente, antes que a cola esfrie. Ela deve passar um pouquinho da linha da base.
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Marque (mentalmente) o local da rosa de cima, alinhado à rosa de baixo. Fixe a rosa de cima. Ela deve passar um pouquinho do topo.
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Não faça marcas com caneta, senão elas aparecem do lado de dentro e a peça fica mal acabada.
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Depois de fixadas as duas primeiras rosas, fica fácil ver o local das outras duas. Cada fileira vertical tem quatro rosas. Elas devem ficar bem juntinhas.
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Depois de completada a primeira fileira, complete as outras fileiras verticais, agora começando sempre do topo. Cuide para que as rosas fiquem bem alinhadas, principalmente as de cima.
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Vá completando as fileiras, sempre com as flores bem juntinhas. Quando passar do meio, verifique o espaço que sobra, para ter certeza de que elas não estão nem folgadas nem apertadas demais.
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Enquanto vai colando, vá retirando aqueles fios de cola quente (sim, são muito chatinhos...). Os resíduos de cola ficam brilhantes e não combinam nada com a peça.
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Pronto! É rápido e fácil! Demorado é fazer as rosinhas, rssss...
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I M P O R T A N T E: USE APENAS LÂMPADA FRIA!
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Coloque um aviso no fundo da luminária, na parte de dentro, para não esquecer desse detalhe –especialmente se for vender ou presentear a peça.
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27 de mai de 2011

Câncer de mama


Encontrem uma cura antes que cresçam os meus seios.

Uma pequena solidariedade

Tudo o que se pede é manter circulando
 


Nem que seja a uma só pessoa ...
Em memoria das que morreram de cancer 
ou seguem vivendo com ele...
Uma vela não se perde por iluminar outra.
Por favor mantenha a vela acesa!!!
 
"Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!


Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?


A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore,dance e viva intensamente antes que a cortina se feche"!
Arnaldo Jabor

Brasil comemora Dia da Mata Atlântica

Dia 27 de maio comemora-se o Dia Nacional da Mata Atlântica.

Nesta quinta-feira, 27 de maio, é o Dia Nacional da Mata Atlântica. Atualmente, ela é irregularmente distribuída pela costa atlântica brasileira, entre o Rio Grande do Sul (município de Torres) e o Rio Grande do Norte e tem 1,5 milhão de km².
A Floresta Atlântica é uma formação vegetal higrófila (de ambiente úmido), perene (sempre verde), densa (com muitas árvores por metro quadrado) e heterogênea (com muitas espécies vegetais distintas). 

Embora represente apenas 7% da floresta original que cobria cerca de 100 milhões de hectares praticamente contínuos, ainda é um vasto território, equivalente ao da França e Espanha juntas.
Extensão
A Mata Atlântica originalmente percorria o litoral brasileiro de ponta a ponta. Estendia-se do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul, e ocupava uma área de 1,3 milhões de quilômetros quadrados. Era a segunda maior floresta tropical úmida do Brasil, só comparável à Floresta Amazônica.

Atualmente, da segunda maior floresta brasileira restam apenas cerca de 5 % de sua extensão original. Em alguns lugares como no Rio Grande do Norte, nem vestígios. Hoje a maioria da área litorânea que era coberta pela Mata Atlântica é ocupada por grandes cidades, pastos e agricultura. Porém, ainda restam manchas da floresta na Serra do Mar e na Serra da Mantiqueira, no sudeste do Brasil.
Área total original: aproximadamente 1,3 milhão de km2.
Área total atual: aproximadamente 52.000 Km2.
Comemorações
Na capital paulista, a comemoração ao  por conta do projeto Viva a Mata da Fundação SOS Mata Atlântica, no Parque do Ibirapuera. Lá o público pode participar de atividades gratuitas, como palestras, oficinas e peças teatrais.
No Rio de Janeiro, os interessados podem assistir palestras e apresentação de vídeos sobre o tema na Câmara Municipal de São José dos Campos, das 19h às 21h.
Dia da Mata Atlântica - 27 de Maio

A Mata Atlântica foi considerada patrimônio Nacional pela Constituição Federal de 1988 (art 225, § 4°) e pelo Decreto 750, de 10 de fevereiro de 1993. Posteriormente, outro decreto presidencial de 21 de setembro de 1999 instituiu o dia 27 de maio como dia da Mata Atlânctica. O dia fi escolhido porque foi em 27 de maio de 1560 que o Pe. Acnhieta assinou a famosa "Carta de São Vicente, onde descreveu, pela primeira vez, a biodiversidade das florestas tropicais
A Mata Atlântica estendia-se, originalmente, por cerca de 1.300.000 km2 do território brasileiro. Hoje, os remanescentes primários e em estágio médio/avançado de regeneração estão reduzidos a apenas 7,84% da cobertura florestal original, o que compreende aproximadamente 100.000 km. Isso faz com que o Bioma Mata Atlântica seja considerado o segundo mais ameaçado de extinção do mundo. Apesar da devastação, a Mata Atlântica é um dos biomas com uma das mais altas taxas de biodiversidade do mundo: cerca de 20.000 espécies de plantas angiospermas (6,7% de todas as espécies do mundo), sendo 8.000 endêmicas, e grande riqueza de vertebrados (264 espécies de mamíferos, 849 espécies de aves, 197 espécies de répteis e 340 espécies de anfíbios). Destes 100.000 km, apenas 21.000 Km (equivalente a aproximadamente 2% da área original) estão protegidos em Unidades de Conservação de Proteção Integral

25 de mai de 2011

Porque a Reeducação Ambiental?


                                                          
Temos acompanhado ao longo dos anos toda a polêmica em torno do tema "lixo": o Brasil produzindo 240.000 toneladas de lixo por dia e, com o reflexo do desemprego e da miséria, os catadores de lixo se multiplicando a cada dia em condições insalubres. E nunca se discutiu este assunto com tanta freqüência e profundidade como nestes últimos anos.

Foram criados inúmeros programas voltados ao meio ambiente, e ligados ao problema do lixo. Programas de coleta seletiva, coleta diferenciada, resíduos sólidos, resíduos domiciliares, resíduos hospitalares, etc..., nomes que evocam um mundo melhor, mais saudável, mais limpo e sempre relacionado à geração de emprego e renda.

Sempre buscou-se satisfazer nestes programas as premissas de :

 Qualidade de vida

 Respeito ao ser humano

 Geração de emprego e renda

 Desenvolvimento de uma cultura de respeito ao meio ambiente

A participação popular sempre foi vista como algo natural, e imposta através de regras básicas em todos os programas.
Constatamos, entretanto, que a maioria dos programas têm naufragado. Onde está o erro então???
Não foram leigos que escreveram estes programas mas, na sua maioria, gente muito bem preparada: engenheiros sanitaristas, mecânicos ou civis, arquitetos, administradores, alguns inclusive com mestrado e doutorado nas suas áreas. Onde estariam errando então???
Porque a maioria dos programas começa bem e acaba naufragando???
Foi exatamente deste ponto que começamos a nossa análise. Já conhecíamos a maioria dos programas, as pessoas envolvidas, as técnicas de construção dos programas e de manejo dos resíduos. Onde estava a falha???
Pudemos então perceber que a maioria dos programas não falham, "o que acaba é o combustível". E o combustível está nas pessoas, no homem, que é o responsável por qualquer transformação desde que o mundo é mundo.
É, portanto, neste ponto que pretendemos tocar, no homem, no ser. Não somente o ser humano mas o ser responsável, capaz, que existe em cada um de nós. Este é o SER que queremos despertar e fortalecer.
Tratar os "lixos" que carregamos e aprender como recicla-los, aprofundando a discussão deste tema numa abordagem mais pessoal fazendo com que saibamos exatamente qual a nossa responsabilidade conosco e com o mundo que nos cerca.
A peça principal de qualquer processo é o homem, e é com ele que nos preocupamos.
É o "auto conhecimento" que proporciona ao indivíduo a condição de discernimento sobre o certo e o errado, e sobre qual o seu grau de responsabilidade e competência nos programas dos quais venha a participar. Ele desperta o auto-respeito e mostra com clareza qual a real importância do indivíduo dentro da sociedade em que está inserido.
Num projeto de Gestão Ambiental, achamos fundamental, portanto, um treinamento onde são abordados não somente os vários aspectos técnicos do tratamento dos resíduos, mas onde são feitos também uma série de exercícios e vivências, a fim de despertar este lado responsável e capaz de cada um dos participantes.

Fernanda Silveira

Sobre a Gestão Ambiental

                                                      
Os desastres ambientais causados nas décadas de 1970 e 1980 provocaram um dramático crescimento da conscientização ambiental no mundo; em 1990, milhões de pessoas de todo o mundo se reuniram no Dia da Terra para "salvar" o planeta.
É importante lembrar que os danos ambientais causados pelas catástrofes que ocuparam as manchetes nestes últimos anos são pequenos, se comparados aos danos cumulativos, na maioria das vezes imperceptíveis, provocados por uma grande quantidade de poluentes menores.
Nós vivemos num ecossistema no qual os recursos são limitados, mas cujo crescimento é ilimitado, e onde os recursos existentes são fortemente interrelacionados e interdependentes.
É a natureza cíclica dos fluxos de materiais que garante sua sustentabilidade. Alguns organismos usam a luz do sol, a água e os minerais para crescer, enquanto outros consomem os primeiros e produzem resíduos. Estes resíduos, por sua vez, servem de alimentos para outros organismos, alguns dos quais convertem os resíduos em minerais que são usados por produtores primários, etc... formando uma complexa rede de processos na qual qualquer elemento produzido é consumido por algum organismo para alimentar seu próprio metabolismo.
De maneira análoga, o uso de recursos limitados para as atividades humanas (indústria, agricultura, infra estrutura urbana, etc.) deve ser pautado na natureza cíclica dos materiais e nas perdas irreversíveis associadas aos fluxos energéticos, para poder atingir um desenvolvimento sustentado.
O objetivo de uma Gestão Ambiental adequada é modificar a forma de operar dos sistemas de produção e consumo, indo do modelo linear para modelos cíclicos, ou semi-cíclicos. São requeridas reconfigurações nos processos produtivos, nos produtos gerados, bem como nos padrões de consumo.
O papel fundamental de um sistema de Gestão Ambiental é procurar medidas corretivas para o tratamento e a disposição de resíduos gerados, enfatizando a aplicação de tecnologias que permitam reduzir os efeitos dos poluentes através de tratamentos físicos, químicos, biológicos e térmicos; é sobretudo procurar medidas preventivas para reduzir a própria geração de resíduos (sólidos, líquidos e gasosos).
O Sistema de Gestão Ambiental (SGA) deve ser parte integrante do planejamento estratégico de uma organização, observando-se os seguintes princípios fundamentais:
 Incluir a Gestão Ambiental dentre as prioridades corporativas.
 Estabelecer um permanente diálogo com as partes interessadas, internas e externas à empresa.
 Identificar os dispositivos legais e outros requerimentos ambientais aplicáveis às atividades, produtos e serviços da empresa.
 Desenvolver o gerenciamento e comprometer-se a empregar práticas de proteção ambiental, com clara definição e responsabilidades.
 Estabelecer um processo adequado de aferição de metas de desempenho ambiental.
 Reservar os recursos financeiros e técnicos apropriados às metas estabelecidas por uma Gestão Ambiental adequada.
 Implementar programas permanentes de auditoria do SGA, de forma a identificar oportunidades de aperfeiçoamento do próprio Sistema de Gestão Ambiental.
 Promover a harmonização do SGA com outros sistemas de gestão empresarial, tais como: Saúde, Segurança, Qualidade, Finanças, etc....
Todas estas considerações levam à evolução da empresa, com responsabilidade, para a adesão às normas ambientais, estejam elas regulamentadas ou não. E estes são também os padrões éticos requeridos nos negócios como adequação às novas condições que parecem inevitáveis, e que enfatizam o gerenciamento ambiental.

Fernanda Silveira

PARA PENSAR


No ano de 1854, o Governo dos Estados Unidos tentava convencer o chefe indígena Seatle a vender suas terras. Como resposta, este enviou ao Presidente dos EUA uma carta que se tornou famosa no mundo inteiro. Eis alguns trechos desta carta do cacique Seatle:

"(...) O que é o homem sem os animais? Se os animais se fossem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Pois o que ocorre com os animais, breve acontece com o homem. Há uma ligação em tudo.
Isto sabemos: a Terra não pertence ao homem; o homem pertence à Terra. Isto sabemos: todas as coisas estão ligadas, como o sangue que une uma família. Há uma ligação em tudo. (...)
Os rios são nossos irmãos, saciam nossa sede. Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar a seus filhos que os rios são nossos irmãos e seus também. E, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão. (...)
O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro - o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro. (...) Se lhe vendermos nossa terra, vocês devem mantê-la intacta e sagrada, como um lugar onde até mesmo o homem branco possa ir saborear o vento açucarado pela flores do campo. (...)
A visão de suas cidades fere os olhos do homem vermelho. Talvez porque o homem vermelho é um selvagem e não compreenda. Não há lugar quieto nas cidades do homem branco. (...) O ruído parece apenas insultar os ouvidos. E o que resta da vida de um homem, se não pode ouvir o choro solitário de uma ave ou o debate dos sapos ao redor de uma lagoa à noite? (...)

24 de mai de 2011

CADEIRA COM GARRAFAS PET
É fácil montar móveis com garrafas PET? Agora que a técnica foi desenvolvida, a resposta é sim.
Se hoje a confecção de móveis com garrafas PET já está se tornando uma prática conhecida, isto se deve ao espírito inventivo e ao pioneirismo do Prof. Sebastião Feijó, criador da técnica.
Material necessário:
  • Garrafas plásticas de dois litros (200 a 250 para a poltrona e 40 a 50 para o pufe)
  • Tesoura
  • Fita adesiva larga (ou barbante nº 6/8)
Etapas:
1 - MONTANDO A PEÇA DE RESISTÊNCIA
1.1 Separe uma garrafa limpa, vazia e sem rótulo. Vamos chamá-la de peça "a":
1.2 Pegue uma garrafa e corte-a ao meio. Vamos chamar a parte de baixo de peça "b" e a de cima de peça "c":     
1.3 Corte outra garrafa ao meio. Vamos chamar a parte de baixo de peça "d" e a de cima de peça "e":    
1.4 Encaixe a peça "c" dentro da peça "b":
DICA: use uma chave de fenda para ajudar a encaixar as peças.
pet-1f.jpg (6718 bytes)    
1.5 Encaixe a peça "a" dentro da peça "b+c":       
1.6 Encaixe a peça "d" por cima da peça "a+b+c"pet-1j.jpg (11462 bytes)     
Está pronta a PEÇA DE RESISTÊNCIA.
2 - MONTANDO O ASSENTO DA CADEIRA
2-1. Faça 16 peças de resistência e prenda-as, duas a duas, com fita adesiva, formando oito duplas:pet-2a.jpg (13086 bytes)
2-2. Junte novamente os conjuntos de dois em dois, formando quatro grupos de quatro peças de resistência:pet-2b.jpg (16774 bytes)
2-3. Mais uma vez amarre de dois em dois, formando dois grupos de oito peças de resistência:pet-2c.jpg (27872 bytes)
2-4. Amarre os dois grupos de oito peças de resistência para formar o ASSENTO DA CADEIRA:pet-2d.jpg (42486 bytes)
3 - MONTANDO O ENCOSTO DA CADEIRA
3-1. Encaixe três peças "b+c" por cima da peça de resistência, formando um tubo. Faça dois tubos dessa maneira.     
3-2. Faça mais dois tubos, dessa vez encaixando quatro peças "b+c" sobre a peça de resistência. Amarre os quatro tubos com fita adesiva para formar o ENCOSTO DA CADEIRA:
3-3. Faça mais dois tubos, dessa vez encaixando quatro peças "b+c" sobre a peça de resistência. Amarre os quatro tubos com fita adesiva para formar o ENCOSTO DA CADEIRA:pet-3c.jpg (39102 bytes)
3-4. Junte o ENCOSTO ao ASSENTO com várias voltas de fita adesiva para ficar bem firme.
ESTÁ PRONTA A CADEIRA!
pet-final.jpg (70515 bytes)
Em breve, mais detalhes sobre o trabalho do Prof. Feijó, criador da técnica de elaboração de móveis com garrafas PET

LUMINÁRIA DE PET


Luminária Pet



Belíssimo trabalho esta luminária feita com garrafas Pet por Shelley Spicuzza, designer industrial. Ecologicamente correta e linda! Adorei.

VASO DE GARRAFA PET


Para transformar uma garrafa pet (2,5 litros) num vaso para flores, não é necessário muito material, nesta sugestão eu utilizei além da garrafa cola branca, papel alumínio (marmita), fio de sisal, betume da judéia, verniz fosco, Tinta relevo Squizz preto e ouro, tesoura para cortar e frigideira quente para queimar a garrafa. O passo a passo completo pode ser visto nas fotos acima. Muitas idéias em artesanato podem ser feitas com garrafas de refrigerante, bijuterias, bolsas, brinquedos, bonecas.

CONTRUA SUA CASA COM GARRAFAS PET

Amigos olhem que interessante...
Garrafas PET podem substituir os tijolos na contrução de moradias? É possível construir desde um muro até a casa toda utilizando garrafas PET ao invés de tijolos.
O custo de uma obra feita com garrafas PET é inferior ao custo de uma obra convencional?
Observe como estas casas foram feitas,o uso de cimento e ferro é muito superior a um projeto convencional, além da mão de obra na preparação das garrafas,que torna o tempo de execução muito longo.
Com uma estrutura como esta das fotos, é possível construir paredes até de papel!


Veja as fotos abaixo:


Enchimento e compactação das garrafas PET.
Usa-se terra úmida ou uma mistura de terra e cimento.


 Nesta foto, a base para um canteiro está sendo executada.



Aqui pode-se ver as colunas feitas com garrafas ( usa-se uma coluna armada no centro).




Cordas de nylon ou arame são trançadas para obter ancoramento da da massa de preenchimento.



Observem as garrafas trançadas no encontro de paredes (colunas sem armação).


Revestimento ao nível das tampinhas.
Depois de muito trabalho, garrafas e cimento sem miséria, sua casa pode ficar assim.




Não é o dinheiro, estúpido


Não paute sua vida pelo dinheiro: seja fascinado pelo realizar e o dinheiro virá como consequência

SOU, COM FREQUÊNCIA, chamado a fazer palestras para turmas de formandos. Orgulha-me poder orientar jovens em seus primeiros passos profissionais.

Há uma palestra que alguns podem conhecer já pela web, mas queria compartilhar seus fundamentos com os leitores da coluna.

Sempre digo que a atitude quente é muito mais importante do que o conhecimento frio.

Acumular conhecimento é nobre e necessário, mas sem atitude, sem personalidade, você, no fundo, não será muito diferente daquele personagem de Charles Chaplin apertando parafusos numa planta industrial do século passado.

É preciso, antes de tudo, se envolver com o trabalho, amar o seu ofício com todo o coração.

Não paute sua vida nem sua carreira pelo dinheiro. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como consequência.

Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser um grande bandido ou um grande canalha. Napoleão não conquistou a Europa por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro.

E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar. Tudo o que fica pronto na vida foi antes construído na alma.

A propósito, lembro-me de um diálogo extraordinário entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar dos leprosos, diz: "Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo". E ela responde: "Eu também não, meu filho".

Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar têm trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.

Meu segundo conselho: pense no seu país. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si.

Era muito difícil viver numa nação onde a maioria morria de fome e a minoria morria de medo. Hoje o país oferece oportunidades a todos.

A estabilidade econômica e a democracia mostraram o óbvio: que ricos e pobres vão enriquecer juntos no Brasil. A inclusão é nosso único caminho. Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laodiceia.

É preferível o erro à omissão; o fracasso ao tédio; o escândalo ao vazio. Porque já li livros e vi filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso (ou narra e fica muito chato!).

Colabore com seu biógrafo: faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido.

Tenho consciência de que cada homem foi feito para fazer história.

Que todo homem é um milagre e traz em si uma evolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro.

Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, caminhando sempre com um saco de interrogações numa mão e uma caixa de possibilidades na outra. Não dê férias para os seus pés.

Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: "Eu não disse? Eu sabia!".

Toda família tem um tio batalhador e bem de vida que, durante o almoço de domingo, tem de aguentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo o que faria, apenas se fizesse alguma coisa.

Chega dos poetas não publicados, de empresários de mesa de bar, de pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta à noite, todo sábado e todo domingo, mas que na segunda-feira não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.

Só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama "sucesso".

Seja sempre você mesmo, mas não seja sempre o mesmo.

Tão importante quanto inventar-se é reinventar-se. Eu era gordo, fiquei magro. Era criativo, virei empreendedor. Era baiano, virei também carioca, paulista, nova-iorquino, global.

Mas o mundo só vai querer ouvir você se você falar alguma coisa para ele. O que você tem a dizer para o mundo?


NIZAN GUANAES, publicitário e presidente do Grupo ABC

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